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De tecnologia a gente entende!

Bloqueio seletivo - Repartições públicas, bem como empresas privadas, têm sistemas de bloqueio de acesso à internet, cada qual de acordo com seus critérios profissionais.

No Ministério da Fazenda, por exemplo, não há acesso a páginas de esportes, entretenimento, músicas, sites de relacionamento e, mais recentemente, à categoria "política e opinião".

Nela, a página do PT é livre, mas o funcionário que tenta acesso a do PSDB recebe uma mensagem do "comitê de segurança de clientes" do Serpro, informando sobre a indisponibilidade de páginas "não profissionais".

De onde se conclui que, pelo critério do ministério, o site do PT é instrumento de trabalho.

Ao tentar usar qualquer rede corporativa (escolas e faculdades incluem-se aqui) esbarramos em avisos proxeados sobre a qualidade do conteúdo que se tenta acessar. É a censura 2.0. Se antes a censura partia de governos totalitários em altas esferas, hoje a tecnologia distribui este privilégios a gente em escalões bem mais inferiores. Até um técnico de informática pode exercer ele próprio alguma censura em terceiros.

O que é estranho, já que se reconhece como poder da internet a quantidade de conexões que ela realiza. Se você restringe estas conexões, deixa de ser internet. Uma meia internet me parece internet alguma. É apenas uma VPN. Uma BBS, com mais banda e ambiente gráfico. Um retrocesso requintado.

Não vou me ater a questionar a ideologia política do governo proxear páginas de adversários políticos e liberar a própria. Há algo maior que é toda a burrice em se proxear qualquer conteúdo, em nome da produtividade.

É balela. Me lembra nos primórdios da internet, aonde executivos não podiam visitar o domínio Revistasexame.com.br, pois no meio da URL ocorria a string "SEX". Não se produz mais retringindo a internet - a partir de critérios subjetivos ou ideológicos. Se produz mais contratando funcionários produtivos. E dando a eles ferramentas eficientes, como uma internet com acesso pleno que propriamente a define.

E isto vale para as instituições de ensino. Oh, alunos navegarão a esmo ao invés de se concentrar nos exercícios? É curioso que ninguém questiona porque a internet parece mais interessante que o professor, ou como professores não são questionados em tornar suas aulas tão interessantes quanto a internet.

Mas a censura 2.0 é assim: Manda quem pode, obdece quem tem juízo e quer manter a vaga.

Proponho então que ao se integrar a uma destas instituições, insistam em livre acesso a internet. Ué? Não exigimos salário? Carga horária? Plano de saúde? Tudo que vem descrito no CLT? O que tem demais exigir também acesso ilimitado? É ferramenta de trabalho. Tem impacto mais diretamente direto na produtividade do que plano de saúde.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071123/not_imp84343,0.php

Via Estadão

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